Além das irregularidades, formalmente confirmadas pelo Ministério da Economia, o Bloco de Esquerda considera inaceitável que este contratos tenham sido assinados sem a participação popular ou das autarquias, constituindo o secretismo como a pedra basilar da atividade petrolífera na região do Algarve. De saudar a oposição da população do Algarve, que se faz ouvir e sentir e, também, os vários órgãos autárquicos que tomaram deliberações no mesmo sentido, nomeadamente a Assembleia Intermunicipal do Algarve (AMAL), a Assembleia Municipal de Olhão, a Assembleia Municipal de Silves, a Assembleia Municipal de Vila do Bispo, a Assembleia Municipal de Portimão, a Assembleia de Freguesia do Alvor e a Assembleia de Freguesia da Mexilhoeira Grande.