João Vasconcelos expôs algumas das maiores preocupações do Bloco relativamente à permanência da crise económica e social que, de há um ano, se abate sobre a região, em consequência da pandemia da Covid-19. Deu relevo ao crescente número de desempregados e de precariedade laboral, assim como de grande número de trabalhadores informais sem trabalho e completamente dependentes dos apoios governamentais e camarários.

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O governo anunciou um plano de recuperação para o Algarve, mas ainda não passou do papel. Há que apoiar, com urgência, os trabalhadores, famílias e empresas. Há que aproveitar o momento para fazer os investimentos que o Algarve necessita, nomeadamente para a modernização dos serviços públicos, a construção do novo Hospital Central, o combate à desertificação e à interioridade regional, os apoios para a pequena produção agrícola e para a modernização da frota pesqueira e das suas infraestruturas, a aposta nas energias renováveis e nas novas tecnologias, uma melhor mobilidade, a concretização do plano de eficiência hídrica para fazer face à falta de água e às alterações climáticas, etc.

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Na reunião constatou-se a convergência em torno de diversas posições entre as duas partes no que concerne à grave crise social e económica que, devido à pandemia, está a atingir o Algarve, e a necessidade de medidas extraordinárias, urgentes, para combater a crise que ainda não atingiu o seu ponto mais alto. É um facto que o desenvolvimento económico que tem imperado nas últimas décadas na região, assente na monocultura do turismo, está a contribuir para uma situação de catástrofe social e económica, os apoios não estão a chegar proporcionalmente a todas as regiões, sendo o Algarve a mais prejudicada e, a que mais está a sofrer com a crise. O Plano de Recuperação e Resiliência é muito redutor quanto ao Algarve

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O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda considera que a produção agrícola em regime intensivo e superintensivo, baseado na monocultura, é lesivo para o ambiente, para a biodiversidade e para a saúde humana, contrariando o interesse público. As crises ecológica e climática em curso e as projeções de escassez de água em vastas áreas do território aumentam a urgência da criação e aplicação de instrumentos que travem a expansão de culturas em regime intensivo e superintensivo no país, protegendo a paisagem, os recursos naturais, a biodiversidade e a segurança das populações.

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O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda apresentou um Projeto de Resolução na Assembleia da República, propondo ao Governo a manutenção e o reforço do Programa 365 Algarve.

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«O Governo faltou à palavra dada, continuando assim a desprezar o Algarve, os seus trabalhadores e as suas populações»

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No passado dia 1/2/2021, uma delegação do Bloco de Esquerda/Algarve reuniu-se com o Presidente e Vices-Presidentes da CCDR- Algarve, na sede desta entidade em Faro. Da parte do Bloco estiveram presentes,o deputado eleito pelo Algarve, João Vasconcelos e os dirigentes regionais Luís Fernandes e Joaquim Gomes.

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No dia 02 fevereiro comemorou-se o dia Internacional das zonas húmidas, e o Bloco não podia deixar passar este dia sem alertar para a problemática que se vive nas zonas húmidas do Algarve: Alagoas Brancas, o Sapal de Castro Marim ou a Lagoa dos Salgados. O Bloco manifesta o seu total compromisso na defesa e na promoção destas zonas à denominação de zonas protegidas.

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O Bloco de Esquerda teve conhecimneto de uma situação de injustiça e discriminação sentida pelos enfermeiros do Sistema Nacional de Saúde.

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A pandemia da Covid-19 conduziu à paragem ou redução muito significativa de muitas atividades durante o ano de 2020. Estão neste caso as atividades das entidades turístico-marítimas a operar no Algarve e que por força da sazonalidade nem conseguem trabalhar durante todo o ano. 

Opinião

Conforme é do conhecimento público, o Algarve vai receber 1 220 milhões de euros de fundos comunitários até finais de 2027, no âmbito do quadro comunitário de apoio 2021/2027. Trata-se de uma “bazuca” muito significativa para o Algarve, mas insuficiente, a gerir pela CCDR/Algarve, para fazer face às consequências da pandemia.

Atualmente e após quase 47 anos do surgimento da Democracia, Portugal é ainda um País com graves problemas, não sendo o Algarve exceção. Nos últimos 25 anos as desigualdades em Portugal continuaram a aumentar, levando a uma deterioração das condições de vida de uma parte substancial dos portugueses.

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Vídeos

Mensagem de Pedro Mota, BE - 25 de Abril 2020

Intervenção no âmbito das cerimónias oficiais do 46º aniversário do 25 de Abril de 1974, gravada previamente no Salão Nobre da Câmara Municipal de Portimão, em virtude das recomendações de confinamento face à pandemia COVID-19.