Numa maratona contra o tempo, contra os trabalhadores e os seus protestos na rua, contra as desconfianças e as críticas internas no partido e dos partidos à sua esquerda, o 1º ministro e o governo aprestam-se para aprovar a actual proposta de revisão do Código de Trabalho, pô-la à discussão pública e no Parlamento, e, garantida a votação ainda nesta sessão legislativa, pô-la em vigor logo no início de 2009.