Naquele que dizem ser o Dia Mundial dos Direitos Humanos, a “maioria fanática” do Parlamento Europeu “regressou ao séc. XIX” em matéria de direitos da mulher rejeitando um relatório sobre saúde, direitos sexuais e reprodutivos e educação sexual nas escolas e substituindo-o por um outro cujo objectivo é anular os objectivos pretendidos no documento original.