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Opinião

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.

A causa palestiniana é uma das mais justificadas lutas de um povo, senão a mais baseada e de há mais tempo, no chamado “direito internacional”, mas que em contrapartida é a que menos se concretiza. Pelo contrário, é aquela que, paulatinamente, mais é destroçada e reprimida pelo estado colonizador, Israel, com a cumplicidade das potências que o sustentam (EUA em primeiro lugar) e a impotência ou o cinismo da restante “comunidade internacional”.

Presentemente, em Olhão, faltam casas para venda ou arrendamento e as poucas que existem atingem preços elevadíssimosComo satisfazer a necessidade de habitação dos jovens e das famílias mais carenciadas? Para resolver este problema tem que haver investimento municipal e vontade política para utilizar os instrumentos e condições disponíveis. É então possível minorar a grave carência de habitações com que atualmente os  olhanenses se vêm confrontados 

O turismo náutico é um tipo de turismo cada vez mais em moda e com tendência à massificação (…). No caso do projeto para Olhão, em que o porto de recreio e a área de navegação se encontram em plena Ria Formosa, colocam-se todos os problemas ambientais e socio-económicos que daí advêm (…): põe em risco o equilíbrio ecológico da área protegida da ria; (…) põe risco recursos de pesca com papel importante na economia local e qualidade de vida das populações; (…) prejudica a relação visual com a ria e a preservação da imagem global de açoteias e mirantes que identifica a cidade cubista; (…) implica a deslocalização de atividades tradicionais, o que irá destruir modos de vida únicos e autênticos que fazem parte de uma apropriação popular das zonas ribeirinhas (…) (VER ARTIGO COMPLETO NO INTERIOR)

Era uma vez dois príncipes que nasceram muito simpáticos para o povo (…). Um tornou-se rei com todo o aparato, pompa e reconhecimento dos donos do império (…), o outro diz que abandonou a corte mas conspira com castelhanos e afins aspirando lá voltar.  (…) Ser ou não ser rei, eis a questão. Mas cuidado que o descontentamento continua e a república espreita - a populaça quer é qualidade de vida para todos no reino de Olhão! (ver desenvolvimento no interior da página)

Foi vice-rei e agora é rei e rei quererá ser! (...) quer deixar marca – daí que o cognome seja o marcador. O Mandato que é reinado, o concelho que é feudo, o futuro que é visão divina de capricho e epopeia, o poder que é a corte e a embaixada mercantil de privilégio régio, os outros que são os súbditos, os vassalos ou os conspiradores das bombas, os viveiros, os resorts, as marinas e os hotéis que são os castelos e as coutadas, a postura que é a verdade absoluta de inspiração divina, superior, acolchoada no berço, nos secretismos iluminados e nos golpes palacianos de toda a estratégia e propaganda... (ver desenvolvimento no interior da página)

Artigo publicado no blog a contradição em 25 de maio de 2017.

A democracia é algo que se conquista, mas é um trabalho sempre inacabado, um caminho ainda por percorrer, um exercício permanente de vigilância e de defesa dos direitos conquistados.

Esperar-se-ia que vinda esta intervenção de uma das bancadas da oposição, esta se centrasse na enumeração de obras públicas, grandes e pequenas que ficaram por fazer, ou no enunciado exaustivo de apoios a grupos e coletividades que não foram concretizados, certamente que tal não seria tarefa difícil. Mas a divergência política vai muito além das listas de obras feitas ou por fazer, de subsídios distribuídos ou não distribuídos. A nossa divergência com a coligação que tem governado o concelho é tanto no campo das ideias como no das práticas.

Combater a abstenção é dar continuidade à democracia, o voto é a arma democrática de todo um povo, de todas e de todos a partir dos 18 anos de idade. É preciso que a sociedade e os poderes políticos façam mais pelos jovens, incentivando-os a irem votar e a participar na política, o mesmo sucedendo em relação a todos aqueles que deixaram de votar. 

Portugal precisa de propostas para recuperar o sentido de serviço público na ação política. Propostas que formule um novo horizonte para Portugal: um país soberano, aberto ao mundo, exigente na sua democracia, profundamente solidário, respeitador do ambiente natural, preocupado com a qualidade de vida dos seus cidadãos.

Que, assim sendo, os donos das fortunas, não são os seus verdadeiros donos porque as herdaram de quem roubou aos donos originais ou à natureza, as terras e as matérias; ou que criaram ou acrescentaram essas fortunas retendo para si e para o seu negócio os produtos resultantes do trabalho alheio.

Artigo publicado no blog a contradição em 1 de março de 2017.

Temos novos desafios, a descentralização, procurar alternativas à monocultura da turismo, Ambiente, educação, saúde, a gestão de uma divida monstruosa que vai permanecer, por mais de duas décadas, o que resta dela mal dá para assegurar os mínimos, de manutenção das infraestruturas, espaços públicos entre outros.

  Esta é uma candidatura de esquerda, popular e socialista e que apresenta 3 grandes objetivos: enfrentar com êxito um situacionismo pantanoso de 41 anos de existência sob a batuta do Partido Socialista; contribuir para a derrota de um populismo de direita que não olhará a meios para se afirmar; e alterar o rumo que tem grassado na Câmara nos últimos anos, sem receio e com determinação, de forma a que a cidade e todo o concelho pertençam a todos os cidadãos. Portimão também é gente!

Artigo publicado no blog a contradição em 29 de janeiro de 2017.

Declaração política proferida por Carlos Cabrita, Deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Silves, no âmbito do debate sobre o Estado do Município de Silves. 30 de janeiro de 2017.

Os responsáveis políticos que teimam em defender um erro crasso indefensável no Algarve, de facto, navegam num mar agitado e tenebroso de uma grande irresponsabilidade. E continuam a enganar a região e as suas populações.

Artigo publicado no Jornal do Algarve no dia 19 de janeiro de 2017.

A ideia óbvia para caminhar e chegar a uma paz mundial é pôr fim às guerras em curso e o não desencadeamento de novos conflitos. Também é óbvio que se está muito longe de alcançar estes objectivos. Mas quem queira alguma vez alcançá-los tem que os levantar – hoje – com toda a determinação e persistência. Artigo publicado no blog a contradição em 3 de janeiro de 2017.

É mais acertado manter-se a táctica de apresentação de candidaturas próprias, libertas de concessões e omissões prévias que impediriam a defesa e o comprometimento com propostas realmente alternativas para enfrentar os graves problemas locais, em luta por uma gestão autárquica oposta ao rumo político que a generalidade dos executivos camarários tem seguido até hoje. Artigo publicado no blog a contradição em 8 de dezembro de 2016.

O poder do sistema e dos 1% ri satisfeito e alimenta as rivalidades dos candidatos porque sabe que quanto mais o eleitorado nelas se entretiver mais ele dorme descansado.

Artigo publicado no blog a contradição em 8 de novembro de 2016.

A proteção, conservação e valorização da Ria Formosa não é incompatível com uma ocupação humana controlada, regulada e responsável, pois complementam-se num equilíbrio necessário e sustentável.

Declaração política proferida por João Vasconcelos, Deputado do Bloco de Esquerda Eleito pela Algarve, na Assembleia da República em 29 de setembro de 2016.

Artigo publicado no blog a contradição em 20 de julho de 2016.

Artigo publicado no blog a contradição em 20 de junho de 2016.

 

Artigo publicado no blog a contradição em 20 de maio de 2016.